Dica Eficaz

Você sabe diferenciar Sacarina e Aspartame?

Sacarina
É um sintético químico que foi descoberto em 1879 e é considerado o primeiro adoçante artificial. Dois químicos da Johns Hopkins University descobriram a sacarina quando o conteúdo de um vaso transbordou e se espalhou pelo laboratório onde eles estavam criando novos corantes químicos a partir de derivados do alcatrão. Um dos químicos esqueceu de lavar as mãos antes de comer e percebeu que seus dedos estavam com sabor doce. A sacarina é 300 vezes mais doce que o açúcar e não é metabolizada pelo corpo, por isso não tem calorias.

Aspartame
É derivado de uma combinação de dois aminoácidos: o ácido aspártico e a fenilalanina. Ele foi descoberto em 1965 pelo químico Jim Schlatter, da Companhia Farmacêutica G. D. Searle, que atualmente faz parte da Pfizer (em inglês). Schlatter lambeu seu dedo para pegar um pedaço de papel enquanto testava uma nova droga anti-úlcera.
O aspartame é cerca de 180 a 200 vezes mais doce que o açúcar, por isso uma pequena quantidade dele é suficiente para adoçar um alimento ou bebida. Quando digerido, o aspartame se quebra em três componentes: ácido aspártico, fenilalanina e metanol.

Pessoas com uma rara doença genética chamada fenilcetonúria devem evitar a ingestão de aspartame porque seus corpos não produzem quantidade suficiente da enzima que quebra a fenilalanina. Se eles consomem alimentos ou bebidas com quantidades significativas de fenilalanina, a substância pode se armazenar em seus organismos e causar problemas mentais e até mesmo lesões cerebrais. Recém-nascidos geralmente fazem o teste para verificar se são fenilcetonúricos.
Como o aspartame se quebra quando exposto ao calor, ele geralmente não é utilizado em alimentos assados ou quentes.
Apesar de nenhum estudo qualificado ter mostrado problemas com o aspartame, muitos grupos de consumidores e indivíduos estão agindo contra ele. O aspartame é apontado como causador de vários problemas de saúde, incluindo dores de cabeça, ataques, síndrome de fadiga crônica, perda de memória e tonturas. Ele também está associado a um aumento nos casos de esclerose múltipla, mal de Alzheimer e câncer.

fonte: howstuffworks

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