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Comportamento da nova geração no trabalho

Veja como os Millennials se comportam em relação ao trabalho neste vídeo que continua a pesquisa intitulada “We all want to be young”.

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Mudanças da Geração Y

A Boo-box, empresa de tecnologia em publicidade para mídias sociais, e a Hello Research, startup brasileira de inteligência de mercado, anunciam os resultados de uma pesquisa sobre o comportamento dos jovens adultos chamados de Geração Y. O estudo comprova mudanças no perfil dos jovens usuários de internet no Brasil.

O On-Target Hello Research trabalhou com mídia de performance, diversos níveis de segmentação, cruzamento de dados de maneira intuitiva e orgânica e método próximo às pesquisas presenciais. A proposta do estudo consistiu em avaliar se determinados fundamentos e conceitos sobre a Geração Y estavam de acordo com o seu padrão comportamental real.

O estudo foi realizado através de análise online, com entrevistas realizadas por meio de redes sociais como o Twitter e o Facebook, além de anúncios e banners. Cerca de três mil jovens da faixa etária entre 18 e 30 anos responderam o questionário, que contava com critérios de família, grau de independência, profissão, religião, atividade física, meio de transporte,iInternet, redes sociais, pirataria, privacidade, real versus digital e marcas na internet.

Entre os resultados, destacam-se os seguintes: a maioria dos jovens de até 25 anos são solteiros (87%), sendo que, de 25 a 30 anos, o percentual de casados passa de 13% para 32%. Mais do que a metade dos entrevistados ainda mora com os pais (67%), sendo que a proporção cai de acordo com o aumento da idade. Sites de notícias e blogs já são a principal fonte de informação de 53% dos jovens, mais do que telejornais, que são a principal fonte de 48%. Além disso, a rejeição a revistas e jornais nas classes A e B chega a 67%, enquanto 53% confiam em blogs. O tempo de navegação é de, em média, 31 horas por semana e a maioria das classes A, B e C acessam a internet em casa (74%) – as classes D e E utilizam LAN houses. O Twitter se posicionou como uma rede social de formadores de opinião e de jovens de classes sociais mais abastadas, sendo usado por 76% dos entrevistados de classe A. 57% dos jovens afirmam fazer downloads piratas com frequência, com predominância das classes A e B. Para 48% dos entrevistados, a melhor forma de decidir uma compra é conversar e escutar a opinião de amigos e parentes. Já para 65% dos usuários, é importante interagir com suas marcas favoritas e 16% usam as mídias sociais para acompanhar, curtir ou reclamar.

Fonte: Meio & Mensagem

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Metade das refeições será feita fora de casa até 2022

Quem afirma é Enzo Donna, diretor da ECD, consultoria especializada em Food Service. Segundo ele, daqui a 10 anos, metade das refeições das famílias brasileiras será feita fora de casa. O número é bem próximo da realidade atual dos Estados Unidos, onde 48% das refeições são feitas fora de lar.

Atualmente, cerca de um terço do orçamento das famílias brasileiras é gasto com refeições feitas fora de casa.

Segundo levantamento da ECD, até 2014 o mercado deve chegar a 70 milhões de refeições servidas por dia. No ano passado, desde o cafezinho até a refeição completa, foram servidas 63 milhões de refeições por dia. Para este ano, a estimativa é que o número chegue a 65,2 milhões.

Fonte: InfoMoney

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Homens ricos impulsionam e-commerce

Um estudo recente da iProspect revela que os e-consumidores endinheirados estão impulsionado o e-commerce de luxo em diversos países do mundo. Segundo a pesquisa, atualmente existem mais de 18 milhões de homens ricos – definidos como maiores de 18 anos e com renda familiar superior a US$ 100.000 – pesquisando, comprando e gastando mais do que nunca em sites de comércio eletrônico.

40% dos consumidores entrevistados revelam comprar pela web ao menos duas vezes por semana, enquanto o gasto médio supera a marca de 30.000 dólares / ano. A grande maioria destes homens abastados (91 por cento) utilizam computadores ao menos duas vezes ao dia, enquanto 77 por cento têm um smartphone e 50 por cento têm um tablet.

“O velho ditado de que homens odeiam lojas está sendo abalado pela experiência digital”, diz Robert Murray, Diretor Executivo Global da iProspect.

O estudo também mostra que 71 por cento dos consumidores ricos do gênero masculino visualizaram anúncios através de computadores desktop e laptop, enquanto apenas um em cada três afirmam ter visto o mesmo em telefones móveis ou tablets.

Estes consumidores também realizam mais pesquisas na web quando comparados a compradores em geral. Na verdade, 96 por cento destes consumidores utilizam motores de busca para aprender mais sobre produtos, o que torna este canal importante para empresas que buscam se comunicar com este tipo de consumidor.

Fonte: E-Commerce News

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Eficaz Comunicação #96


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Tendências do Comportamento Consumidor

Um comércio sem barreiras, no qual o consumidor possa ficar à vontade para experimentar os mais diversos tipos de produtos. Esse é o mote do estudo “Now next why – 4 tendências”, que a redatora da Bullet – empresa de marketing promocional do Grupo Talkability, dos sócios Fernando Figueiredo e Mentor Muniz Neto –, Gica Trierweiler, apresentou na semana passada para os profissionais da agência. São quatro tendências com base em estudos e eventos de mercados internacionais.

A primeira delas, denominada “Frictionless commerce”, trata exatamente do comércio sem barreiras. Segundo Gica, “os consumidores estão sem paciência para chatice”. “Precisamos agilizar e minimizar as barreiras que ficam entre o ‘quero comprar isso’ e o ‘comprei isso’. Formas de pagamento digital, programas de relacionamento sem cupons, compras em lugares inusitados (provadores de roupa, metrô, abrigo de ônibus, táxi) e aplicativos que facilitam a vida do consumidor estão em alta e esse é um caminho sem volta”, ressalta.

Como exemplo Gica citou o aplicativo da londrina Harrods, a mais conceituada loja de departamentos do mundo. “Ele localiza facilmente todas as seções da loja o que, no caso da Harrods, é uma ajuda e tanto. Com isso os consumidores podem escolher o que comprar sem ter que consultar vendedor”. A redatora cita também exemplos da Starbucks, que movimentou cerca de US$ 100 milhões com seu aplicativo em um ano, atingindo mais de um milhão de celulares. “A Amex prevê que 53% dos smartphones terão tecnologia NFC até 2015, o que irá facilitar ainda mais o pagamento digital de modo bem rápido”, afirma Gica.

As outras três tendências do estudo são “Social business”, “Augmented content” e “Living data”. A primeira, dos negócios sociais, fala sobre o sentido de estar presente nas redes de relacionamento. “Muita gente pensava que era suficiente ter uma marca presente nas principais redes sociais. Se essa presença não tiver algum sentido ou conteúdo relevante verdadeiramente diferente do que dizem os comerciais, esse esforço passa a ser inútil. E a presença digital da marca acaba virando um SAC a céu aberto”, alerta Gica, dizendo que o “Social business” é a evolução da presença em social media. “É ser ultratransparente e, de fato, escancarar os canais de diálogo com o consumidor”, completa. Mentor Muniz Neto acrescenta que as empresas têm que prover para os consumidores ferramentas que tornem o uso das redes sociais mais bacana. “A EMI lançou um API que possibilita o compartilhamento das vendas de seu acervo, dividindo os lucros com o usuário. É um passo mais à frente ainda”, diz.

Quanto ao “Augmented content” (Conteúdo aumentado), é a mistura de todas as tecnologias. “Você assiste televisão com o tablet ou celular na mão e comenta no Facebook ou Twitter tudo o que vê. Veículos e marcas estão criando apps e serviços que agregam conteúdo ao que o consumidor esteja vendo, como o app MTV WatchWith, que complementa a programação em real time”, explica Gica. Isso vale também para o comércio, o primeiro item do estudo, já que, segundo Gica, a tendência do consumidor hoje é “juntar o audiovisual da TV, a interatividade da web e as multifunções do smartphone, fornecendo uma experiencia inesquecivel no pdv”. Por fim, o último tema do estudo, “Living data” (Dados vivos), tem como princípio as pessoas usarem os dados do dia a dia para mudar seus hábitos.

Realidade
Mentor Muniz Neto diz que a Bullet sempre teve a preocupação de antecipar tendências. “Hoje exsitem até empresas que são contratadas para ditar tais tendências, mas temos que saber filtrá-la. Não adianta nada saber o que o mundo inteiro está fazendo se isso não estiver de acordo com a realidade do brasileiro”, afirma, lembrando que nas viagens que Gica tem feito com essa função (a redatora da Bullet esteve recentemente em Londres e Nova York, e irá embarcar novamente para a cidade americana em breve), existe essa preocupação. “A Gica tem ido atrás de fontes bacanas e que de alguma maneira possam nos dar insights para nossos clientes. Para isso, ela filtra o que pode ser usado em nosso mercado, indo sempre atrás de algo cotidiano e que não seja subjetivo”.

Para o executivo, isso é fundamental hoje em dia em um mercado competitivo como o de marketing promocional. “Uma coisa é quando você trabalha com a publicidade tradicional, utilizando campanhas de longa duração, e pode acertar qualquer problema lá pela frente. Outra quando estamos no PDV e temos menos de um mês para falar com o consumidor e gerar vendas para o cliente”, diz. Esses insights também servem para a própria equipe da agência que, segundo Neto, tem que estar ligadas no que ocorre no mundo e saber aplicar isso, se necessário, para os clientes.

Sobre o fato de “o que pode ser tendência hoje, pode já não ser em pouquíssimo tempo”, esse é o único “medo” de Neto. “Não podemos bobear e parar no tempo, em um mundo em que tudo está mudando de forma muito rápida. Se bobearmos, poderemos estar falando de algo subjetivo, que já não irá fazer efeito para resolver os problemas de nossos clientes”.

Fonte: Propmark

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Brasileiros estão lendo menos

Pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, divulgada na última quarta-feira pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência, revelada que a parcerla de brasileiros considerados leitores – aqueles que haviam lido ao menos uma obra nos três meses que antecederam a pesquisa – caiu de 95,6 milhões (55% da população estimada), em 2007, para 88,2 milhões (50%), em 2011.

A redução da leitura foi registrada até entre crianças e adolescentes. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).O levantamento reforça um traço já conhecido entre os brasileiros: o vínculo entre leitura e escolaridade. Entre os brasileiros que estudam, o percentual de leitores é três vezes superior ao de não leitores (48% vs. 16%).

Já entre aqueles que não estão na escola, a parcerla de não leitores é cerca de 50% superior ao de leitores: 84% versus 52%.A pesquisa foi realizada entre 11 de junho e 3 de julho de 2011 e ouviu 5.012 pessoas, com idade superior a 5 anos de idade, em 315 municípios. A margem de erro é de 1,4 ponto percentual.

Fonte: Revista Veja

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