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Brasileiro reduz gastos e prioriza produtos com maior qualidade

É o que mostra uma pesquisa realizada pelo BCG (Boston Consulting Group) com 1.440 pessoas no País. De acordo com o estudo, por conta do alto endividamento, já está havendo uma diminuição no consumo, pois 56% dos consumidores ouvidos afirmaram que pretendem reduzir seus gastos nos próximos meses.

Os itens que mais endividam os brasileiros, segundo o BCG, são sapatos/roupas, carros e celulares/tablets. Para reduzir suas dívidas, os itens mais cortados pelos consumidores são os de consumo imediato, como lácteos, café e chá. Cosméticos também foram citados.

A pesquisa mostra também que, em algumas categorias, os consumidores começam a priorizar produtos com maior qualidade. Nos alimentos, por exemplo, já há uma demanda maior por frutas e vegetais frescos, em detrimento de comidas congeladas e industrializadas.

O levantamento feito no Brasil faz parte de um estudo mais amplo feito pela Boston Consulting Group, em 16 países.

Fonte: Supermercado Moderno

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Classe D supera classe B em algumas categorias

A Classe D ultrapassou a Classe B em pelo menos oito categorias de consumo, de acordo com pesquisa realizada pelo Data Popular em dezembro de 2011. Com uma renda que varia de R$ 79,00 a R$ 327,00 per capita e R$ 952,00 na renda total domiciliar, a Classe D consumiu no último ano R$ 363,3 bilhões em produtos e serviços. O valor é maior, por exemplo, que o PIB do Chile ou da soma do PIB do Equador, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Panamá e Guatemala.

A alimentação em casa está em primeiro lugar na lista de itens em que a Classe D ganha da Classe B. Enquanto a primeira gasta R$ 66,8 bilhões anualmente, a segunda consome R$ 37,9 bilhões. Os medicamentos ficam em segundo lugar, com R$ 16 bilhões contra R$ 11,4 bilhões. A terceira posição é ocupada pelo transporte urbano: são gastos R$ 14,8 bilhões pela baixa renda e R$ 8,1 bilhões pela Classe B.

Em quarto lugar está eletrodomésticos e eletroeletrônicos (R$ 10,9 bilhões na Classe D e R$ 8,7 bilhões na Classe B), seguido por higiene e beleza (R$ 9,6 bilhões e R$ 8,6 bilhões, respectivamente), móveis (R$ 8,2 bilhões e R$ 7,7 bilhões), bebidas (R$ 6 bilhões e R$ 4,6 bilhões) e artigos de limpeza (R$ 3,5 bilhões e R$ 2,1 bilhões).

Entre as regiões, o Sudeste responde por 41,8% do consumo dos produtos. O Nordeste aparece em segundo lugar, com 29,4%. Em terceiro está o Sul, com 14,1%. O Centro-Oeste e o Norte contribuíram com 7,8% e 7%, respectivamente.

Fonte: Mundo do Marketing

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Consumo: roupas são os produtos mais parcelados no Brasil

As roupas são os produtos que os consumidores mais parcelam no Brasil. Segundo pesquisa realizada em 2012 pela Fecomércio-RJ/Ipsos, dos consumidores que estavam pagando alguma parcela, 23% afirmou que o destino era o pagamento de itens de vestuário.

Em segundo lugar estão os eletrodomésticos (20%), seguidos pelos veículos (18%) e móveis (14%). As dívidas também fazem parte da lista, com 10% das citações. Eletrônicos (10%), itens para reforma da casa (8%) e alimentos (7%), também são pagos, com frequência, via parcelamento.

Pagando parcelado

O parcelamento, entretanto, não sofreu grande variação nos últimos anos. Se na edição de 2008 da pesquisa 32% dos entrevistados haviam afirmado que estavam pagando algum tipo de parcelamento, em 2012 o percentual subiu para 37%.

Na mesma linha, o percentual de renda comprometida com esses pagamentos também cresceu no período, de 24% em 2008, para 27% neste ano. No entanto, o tipo de crédito escolhido pela maioria mudou nesses anos. Em 2008, 52% dos entrevistados optavam pelo financiamento direto na loja (ou carnê) e apenas 18% usavam o cartão de crédito. A pesquisa deste ano mostra inversão: atualmente 41% usam o cartão de crédito, ao passo que 37% recorrem ao financiamento em loja.

Pesquisa de preços e de taxas

A pesquisa também revelou que se em 2008 72% dos brasileiros pesquisavam os preços à vista antes de efetuar o parcelamento, este ano, apenas 64% responderam que se preocupam em comparar custos à vista e a prazo antes de parcelar. Analisar as diferentes taxas de juros do mercado também não é uma atitude popular e perdeu adesão: de 54%, em 2008, para 43%, neste ano.

A pesquisa

Realizada anualmente, a pesquisa contou com mil entrevistados de 70 cidades brasileiras, incluindo nove regiões metropolitanas.

Fonte: InfoMoney

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Comunicação Eficaz #92


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Marcas de moda mais lembradas

Uma pesquisa nacional do Instituto QualiBest sobre o mercado nacional de moda apontou que Adidas, Avon, DeMillus, Lojas Marisa, Levi’s e Nike são as marcas mais lembradas em seis categorias diferentes pelos internautas brasileiros.

Realizada em janeiro de 2012, o ranking tem como base a opinião espontânea apontada por uma amostra de 2.163 consumidores cadastrados no Painel QualiBest, incluindo homens e mulheres das cinco regiões do Brasil, com idade de 18 anos ou mais, das classes A, B e C.

No segmento de Moda Feminina, a Lojas Marisa foi a mais lembrada por 15% dos internautas. Um ponto interessante nesta categoria foi a quantidade de citações da marca pelos homens (20%) – o dobro das menções feitas pelas mulheres.

Quando o assunto é Jeans, a Levi’s foi a campeã, com 11% das respostas. Curiosamente, em segundo lugar – com 9% do total de menções –, ficou a Sawary Jeans, marca que tem Sabrina Sato como garota propaganda.

Se forem levadas em conta somente as menções da Classe C para a mesma categoria, no entanto, a Sawary sai campeã.

Na categoria Lingerie/Moda íntima, o primeiro lugar ficou com a DeMillus, com 17% de lembrança – e forte presença na classe C. A Avon foi a marca mais lembrada no tema Maquiagem, com 25% das menções.

Um empate técnico deixou Adidas e Nike em primeiro lugar entre os internautas pesquisados sobre Artigos Esportivos, respectivamente com 32% e 30% das citações.

Onde compram
Quando perguntados sobre o uso de meios de compra virtuais para adquirir artigos de moda, 53% dos entrevistados já compraram alguma peça de vestuário pela Internet e 19% têm o costume de adquirir roupas para uso pessoal em lojas virtuais ou sites de compras coletivas.

Onde se informam sobre moda
Entre todos os pesquisados, 90% disseram buscar algum tipo de informação sobre moda, inclusive os consumidores do sexo masculino (84%).

Para a maioria (79%), a principal fonte sobre o tema é Internet, sendo que desses, 59% buscam novidades em sites de lojas. 61% buscam informações na TV, e 60% observam Vitrine das Lojas.

Revistas Impressas e Catálogos ou Folhetos de Lojas, foram apontados por 48% e 47% dos entrevistados, respectivamente.

Fonte: Revista Exame

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Comunicação Eficaz #91


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Comunicação Eficaz #90


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